quinta-feira, 18 de outubro de 2007

RELATO DE PARTO



Aquela palavra

Eu tinha uma raiva dessa palavra “pródromos” . O meu marido, Dênis, adora palavras raras, e insistia em repetir por ai, pródromos, você pode ter pródromos. E eu ficava puta. Eu tinha a certeza que meu parto seria bem delimitado, sem alarmes falsos, e achava que o Dênis estava me atrapalhando com esses comentários só pra poder usar a bendita palavra “Pródromos”. Também, quando é que o cara ia poder usá-la novamente na vida? Era agora ou nunca. Eu, simplesmente me recusava a pensar que essa palavra existia.





No domingo à noite, véspera da data provável, a minha filha Laura (de 11) e o Dênis pediram pizza. Eu nem provei, senti nojo. Comi shitake com alface. Laura foi dormir, Dênis subiu pro escritório e eu fiquei à toa. Então comecei varrer, limpar, arrumar, arrumar gavetas, varrer de novo.
E de repente, pum! Contração bem dolorida. Uhhh, deve ser uma Braxton Hicks.
Dez minutos depois, uhhh, mais uma. Quinze minutos depois, mais uma. Nossa, será? Obvio que é, tem um padrão, comecei anotar, não falei nada pro Dênis. Preferi anotar por uma hora seguida, para que ele não me falasse: isso é alarme falso. Subi as escadas e quando cheguei em cima, tive mais uma. Falei pra ele, acho que é agora.

Quanta inocência. Mal sabia eu, que estava começando nesse momento viver a resignificação da palavra pródromos, a vivência da palavra Pródromos. O mergulho implacável e fundo no mundo dos pródromos.

A Doula e os Sabiás



Liguei para a Dra. Andréa, quando as contrações estavam de 3 em 3 minutos. Ela falou, parece que você está em trabalho de parto. Ela ligou para Márcia. Senti uma profunda emoção, a minha filha ia nascer nas próximas horas.

Chamei Camila, minha amiga querida, um luxo de doula, a verdadeira expressão do que uma doula deve ser. Uma amiga próxima, que sabe me confortar, me massagear, agüentar meus gritos, alguém que já passou por isso. Camila passou a semana toda indo para casa de madrugada, e ficávamos juntas em silêncio, até o amanhecer. Uma dessas manhãs, eu já cansada, chorando de dor, a Camila olha pra minha cara, com o indicador em alto e os olhos bem abertos, Escuta o canto do Sabiá, não existe nenhum canto igual ao outro.

A mulher do abraço

A cada noite as contrações ficavam mais intensas e achávamos que desta vez ia rolar, mas quando amanhecia, a coisa ficava frouxa. Eu chorava, e tentava dormir, mas não ficava frouxa o suficiente para relaxar totalmente. As contrações vinham sem nenhuma ordem. Eu, que sou bem faminta, perdi o apetite. Não queria comer carnes, nem arroz ou feijão, apenas algumas frutas, suco. Na verdade o Dênis me obrigou comer a semana toda.
Entrei em desespero várias vezes, tive mil dúvidas. Cheguei pensar em situações muito surrealistas, como ficar com a bebê na barriga para sempre, e dai pra pior. A questão da incerteza, da espera junto com a dor estavam me deixando muito confusa. Aquela semana estava fora do tempo, era uma não-semana, e eu me sentia perambulando por um não-espaço, um buraco negro da maternidade. Precisava de apoio profissional, e esse apoio tinha nome: Márcia Koiffman.



A Márcia passou aqui em casa algumas vezes, não consigo lembrar quantas, mas sempre que veio colocou a casa em ordem. Abria seus estojos cheios de bolinhas, de ervas e me dava na boca, como uma mãe da para um filho. Fiquei tomando homeopatia para regular o ritmo das contrações. Deu certo, elas ficaram mais intensas e freqüentes. Márcia fazia uma massagem em mim, usando um óleo de arnica, maravilhoso. A massagem certa na hora das contrações pode diminuir a dor quase completamente. As vezes é um toque muito sutil, uma caricia tão leve quanto um pano de seda.
Márcia estava o tempo todo disposta a proporcionar conforto, segurança. Eu jamais vou me esquecer, nem mesmo que eu queira, do abraço que ela me deu na hora em que o anestesista estava enfiando aquela agulha nas minhas costas, e eu no meio de uma contração infinita. Fica essa imagem fotografada em minha memória, com a legenda: “apoio entre seres humanos”.

O Hospital

Finalmente, na sexta feira no fim de tarde, a minha bolsa rompeu. Liguei para Andréa, que ficou feliz e falou que agora seria rapidinho, já que eu tinha ficado vários dias com contrações, a dilatação seria fácil. E de que cor é o líquido? Perguntou ela, eu falei que parecia caldo de cana... Hmmmmm, isso é mecônio. Acho que vamos ter que ir pro hospital.
Que desespero, se tem uma coisa que eu não queria era ir pro hospital, muito menos no fim de tarde de uma sexta feira. Fingi que não ouvi. As contrações dispararam loucamente, em menos de duas horas elas estavam de 3 em 3 minutos, e na terceira hora de 2 em 2. Márcia Chegou, a banheira de parto estava montada na sala, uma hora depois chegou Andréa, que fez o toque e me deu a maravilhosa noticia de que eu estava com ½ centímetro de dilatação. Comecei entrar em pânico. Como era possível passar tantos dias tendo contrações e não dilatar nada? O que era que Jesus estava querendo de mim? Ao parecer eu estava com uma espécie de pelezinha em volta do colo do meu útero. Andréa começou entrar em ação. Ela simplesmente tirou essa pele com os dedos, e em questão de segundos “me dilatou” até 3 cm. Adorei tanta eficiência. Ficamos felizes, agora vai, agora dilata rapidinho. Eba! Só que vamos pro hospital.
Que momento chato, fazer malas numa hora dessas, que saco. O Dênis e a Márcia desmontando a banheira, rolou até um jantar, mas eu não quis nem saber. A gente estava dando tempo para diminuir o trânsito de sexta à noite. Conseguimos ficar nessas até meia noite. Eu já em estado alucinatório, obviamente, não conseguia mais falar coisa com coisa. Finalmente saímos. Eu ia na parte de trás do carro, e a cada buraquinho na marginal era um grito sem pudores, gritei com vontade mesmo. No sinal vermelho o povo com som alto, indo pra balada, e nós indo pra nossa. Chegamos na Matrix, o hospital Nossa Sra. de Lourdes. Lá as coisas acontecem com outra lógica, quando apareceu o mocinho querendo me enfiar na cadeira de rodas, gritei alguma coisa que não lembro, mas que foi o suficiente para que ele percebesse que não ia rolar messssmo. Palavrões a essa altura já estavam dominando o meu léxico. A minha filha Laura queria morrer de vergonha. Chegamos no quarto. A equipe toda se mobilizou para encher a banheira com água quente, enquanto isso eu fiquei no chuveirinho.



A dor estava forte, do tipo bem forte. Mas tudo isso dava pra agüentar, porque em breve a minha filha ia nascer. Fizemos a cardiotoco. Tudo certo. Lá pela 1 da manhã fizemos toque, eu tinha dilatado ½ cm, nas últimas 4 horas. Márcia e Andréa cruzaram olhares do tipo, “ixi”, ou será que eu estava um pouco paranóica, ou ambas coisas. Eu estava tensa, sim, 6 dias de contrações, dilatação muy lenta, muita dor. Entrei na banheira, uma banheira maravilhosa, mas eu já estava bem nervosa, eu sou estressada mesmo. Tomei a bombinha de plasil-buscopan e dei uma relaxada, entre as contrações conseguia dormir e sonhar. Uma hora depois fomos ver como estava a dilatação. O progresso era lento, fiz as contas e indo nesse ritmo a minha filha ia nascer 24 horas depois. Então eu falei, chega, che-gaaaa. O parto natural é lindo, mas eu to achando horrível. Chama o anestesista agora. Pessoal tentou me persuadir, que a banheira é relaxante, que a homeopatia e tal. Fiquei irredutível, pedi o apoio do Dênis, e ele falou que sim, claro. A Márcia falou para mim que a gente sabe o limite quando não está bom. E para mim já não estava bom. Eu queria desmaiar de cansaço, mas não tinha força. Eu queria chorar, mas não saiam lágrimas.



Que me matem as amigas do parto, o parto do principio e todo tipo de organização em prol do parto sem anestesia, mas eu preciso ser sincera: na hora que bateu a anestesia, eu me senti o ser mais feliz do mundo, eu dava risada, gargalhava, queria abraçar o anestesista, Dênis falou que praticamente dei vexame. Mas agora quero dizer, sem brincadeira, que depois de várias semanas do parto e de sentir culpa por não ter agüentado mais a dor, eu compreendi qual que é do parto natural. Eu acho que o lance não é uma receita, com uma lista de itens a cumprir para atingir a elevação do parto natural. O grande lance é a consciência. Eu acho que mais do que parto natural devíamos chamar de parto consciente, isto quer dizer, que eu, mulher grávida, decidi o caminho que queria percorrer para o nascimento da minha filha, eu tomei decisões e fui me adaptando aos fatos que não havia planejado, eu fiquei com uma equipe que me permitiu tomar decisões e me apoiou nelas. Ninguém decidiu que eu não agüentava mais de cansaço, EU decidi que não agüentava mais de cansaço.

A obstetra agilizada

Depois de um bem merecido cochilo de 2 horas, com uma dose bem leve de oxitocina entrando na minha veia, eu cansei de ficar deitada e decidi que essa menina tinha que nascer logo. Levantei, fiquei de quatro, dancei, todos dançamos juntos, balancei as cadeiras, andei pra lá e pra cá, e no meio do cha-cha-cha senti o cabeção descer, de repente. Que delicia!!!
Fomos pra cadeirinha de parto, e o efeito da anestesia já tinha passado. Comecei fazer força, o processo estava indo muito bem, a cabeça descendo a cada contração. Dra. Andréa me animando com aquela voz aguda dela, Muito bem Valentina, é isso mesmo!! Já vai nascer!!!



Bom, só pra deixar bem claro que definitivamente não foi moleza, eu fiquei no expulsivo por 3 horas, em todo tipo de posição que você possa imaginar. A cabeça começava sair, e voltava. Eu estava me esgoelando, tirando forças não sei de onde mas a minha filha não saia. Eu não conseguia entender como era possível fazer tanto esforço e mesmo assim não nascer. Todos no quarto me ajudando, me dando forças, e eu falava: eu só quero ver a cara da minha filha.
Dra. Andréa fez um toque, e eu vi ela trocando idéia com a Márcia em voz baixa. Elas vieram falar comigo, que o batimento do coração da bebê estava começando diminuir, que eu tenho cesárea previa, 24 horas de bolsa rota, que ela queria me ajudar com um fórceps.
A verdade é que nesse toque, elas descobriram (mas não me falaram na hora) que em algum momento da minha vida eu quebrei o cóccix e que ele tinha ficado rígido, do jeito errado, por isso a cabeça não saia.

O urso que carrega crianças



No meio do expulsivo vejo a cara de um homem sorridente, olhando pra mim placidamente, eu gritando e me contorcendo, e ele me olhando com aquele sorriso. Não sei se ele estava consciente disso, mas na hora em que eu comecei pensar que aquilo tudo estava acontecendo só comigo, e que nenhuma mulher no mundo passou por algo assim, e que o mundo é muito injusto comigo, etc, ver pela primeira vez na minha vida o rosto do Cacá me fez sentir que estava tudo bem. Eu pensei, Com este homem-urso dentro do quarto nada de ruim vai me acontecer.
Eu não vou explicar aqui com detalhes o que o Cacá fez com a Soledad na hora que ela nasceu, acho que cada família devia viver essa experiência, se for possível. Mas houve um respeito profundo, uma luz baixa, um cordão cortado pelo pai na hora certa, um mergulho em água morna, muito devagar, tudo no balanço.
Instante precioso, único. Me sinto absolutamente feliz de termos proporcionado esse momento para minha filha, uma entrada no mundo cheia de amor, de sorrisos, de suavidade, leite e calor.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Mães que trabalham...felizes

CLIQUE AQUI e você vai ver um vídeo muito inusitado. É assim que as mulheres trabalham na revista Mothering. Imagine se todas as empresas de São Paulo fossem assim.


quarta-feira, 23 de maio de 2007

Maria Bolinha

é isto, a gente vai se tornando uma barriga, tudo é redondo. eu não deixo de achar estranho, não acredito que simplesmente tem uma bola no meio do meu corpo. Uma bola que se mexe.
sou impaciente, quero ver o rosto dela.



segunda-feira, 23 de abril de 2007

sexta-feira, 20 de abril de 2007

SEXO: F

Hola amigos, ayer supe que tendré otra NIÑA. La doctora dijo que sobre eso no cabe la menor duda.
Como soy romántica, hoy por la mañana me desperté con el electrizante pensamiento de que soy un personaje épico femenino, con dos hijas guerreras, que enfrentan todo tipo de adversidades junto conmigo, con sus ojos y sus cabellos negros al viento, y lanzas y escudos en las manos. Y que nuestra historia ya fue contada hace mucho tiempo, en la tradición oral de alguna cultura recóndita, de generación en generación -la historia de Valentina, Laura y Soledad.

Aquí les dejo de regalo, dos fotos en 3-D de la Sole, la primera sacando la lengua con una cierta sonrisa sarcástica. La segunda chupando dedito, muy al estilo de su hermana Laura.



quarta-feira, 21 de março de 2007

quinta-feira, 8 de março de 2007

Clarice Lispector apavorando...

Decidi finalmente conhecer Clarice Lispector.
Só podia ser agora grávida, só podia ser com o Agua Viva.
Se o meu filho nascesse hoje, ele chamaria Claricelispector.
Desfrutai um pouco então:

Nascer: já assisti gata parindo. Sai o gato envolto num saco de água e todo encolhido dentro. A mãe lambe tantas vezes o saco de água que este enfim se rompe e eis um gato quase livre, preso apenas pelo cordão umbilical. Então a gata-mãe-criadora rompe com os dentes esse cordão e aparece mais um fato no mundo...

...Comi minha própria placenta para não precisar comer durante quatro dias...

quarta-feira, 7 de março de 2007

Barrigas Amigas




Este blog também tem espaço para meiguice. O filho do Pedrinho e a Paula, e o meu filho(a) já fizeram um primeiro contato inter-barriga. Depois que ele venha ao mundo em Londres vai voltar pro Brasil, e vão brincar juntos. A vida é bela, a pesar do Bush estar em São Paulo.

terça-feira, 6 de março de 2007

BIG BROTHER do bebê

Galera, casais grávidos curiosos, e para o público não grávido mas chegado em bisbilhotar a vida de outrem através de uma tela. Isto é o que chamo de voyerismo profundo. EU ACHEI O SITE MAIS LOUCO do mundo. Este bebê foi monitorado e filmado compulsivamente, você pode ver ele fazendo tudo em todas as fases da gravidez. Eu estou meio hipnotizada com as imagens, juro, é impressionante, vale a pena ver.
O melhor de tudo, é que o bebê não sente nenhuma obrigação de falar Oi Biallll, desculpa Biallll, Beijo Bialll. Mas se estivesse concorrendo a um milhão, não garanto nada, não vamos esquecer que ele é um ser humano.



CLIQUE AQUI, você entra direto na galeria, então pode escolher a idade do feto.



É diversão garantida!!!!!

sexta-feira, 2 de março de 2007

ATAVISMO, solidão.


Várias vezes me lamento por não ter a chance de poder chegar a ser uma avó como foi a minha, mais do que isso me lamento pelo fato de que avós iguais à minha estão em processo de extinção, e em algum momento vão sumir por completo. Então meninas como eu fui um dia, não poderão tirar o soluço prendendo a respiração e falando “Jesus-Maria-e-José” antes de beber um copo d’agua de guti-guti, ou de ajudar a bater as vinte e quatro claras de ovo para fazer o bolo trinitário de natal, sem poder olhar diretamente para elas, com o sério risco de murcharem definitivamente sob o meu mau-olhado. Os meus futuros netos jamais passarão pela estranha experiência de ficar anos olhando para o alto do armário de roupas, vendo com temor os enormes frascos de vidro com tampas de metal, cheios de substâncias não muito desejáveis, como gordura de galinha caipira em conserva de álcool, pedaços de animais misturados com ervas e outras coisinhas que não posso descrever com palavras porque sempre foram um mistério para mim. A única informação que recebi sobre esses vidros foi que o conteúdo deles era um poderoso remédio contra crises de asma e outras doenças. Por sorte, nunca tive uma crise de asma na minha infância.


A vida urbana, a TV, a ciência, esse mundo de hoje me privaram da fé, mais do que isso, me privaram da crença. Por isso sou incapaz medir a temperatura da minha filha com o meu dedo polegar entre os seus lábios, e falar “trinta e nove e dois”, como falava a minha avó, e pode crer que era trinta e nove e dois. Jamais vou conseguir curar todas as doenças desta casa apenas com álcool, hirudoid e anis estrelado. Acho que se um dia fosse recriar o perfume da minha avó, misturaria esses ingredientes, mais um pouco de Jean Naté, talco e doce de mamão.


Tomara que a minha filha Laura possa ver o seu irmão ou irmã nascendo em casa, comigo de cócoras, e finalmente possa ter uma experiência roots em sua vida de paulistaninha digitalizada. Fico pensando, se esta prática se disseminasse, como seriam estas novas gerações? Té parece, obviamente isso não vai rolar. Aliás, cada vez vai ter menos vovós gordinhas de cabelo branco. Credo, que solidão.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Barba de Milho

Amigas, parece que é bem comum ficar com cistite na gravidez, doença que se caracteriza principalmente por vontade louca de fazer xixi e só sai uma gotinha mísera, além do ardorzinho básico na totorita. Geralmente os médicos querem logo te entupir de antibióticos -o que pode não ser muito bom para o bebê.
Obviamente, eu fiquei com cistite, já que eu fico com todos os sintomas possíveis. Eu quase não conseguia nem andar, até que fiquei sabendo da BARBA DE MILHO.
Sim, você compra a espiga com palha, e tira aquela barbinha, faça um cha com ela e beba varios copos por dia, o resultado é IMEDIATO!!!! Limpa total.
Viva a barba de milho.

domingo, 4 de fevereiro de 2007

2 MESES




GENTE, SEM PALAVRAS. O bicho já é cabeçudo e tem cara de gente.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Ainda tem nomes


Querido casal gestante da Zona Oeste de São Paulo, venho dar uma boa noticia para vocês, o seu filho ou filha não precisa mais chamar João, repito, não precisa chamar João. Aqui tem um site com mais de 20 mil nomes do mundo todo, escolha à vontade. Tente trabalhar essa sua criatividade, você não é da Vila Madalena?? Então meu filho, já deu de nominho portuga. Larga de ser colonizado.
http://www.20000-names.com/index.htm

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Meu filho é um dinosauro


Estou um pouco chocada e preciso compartilhar isto com vocês: hoje percebi que meu filho é um dinosauro, sem mais explicações, basta ver a ilustração. Estou tão fascinada com isso que acho que vou botar num porta-retratos, gente, pensa bem, o meu filho tem cara de monstro. Preciso curtir esta breve etapa Jurassic Park.

The Visible Embryo


Pessoal, pessoal, achei um site no qual você pode achar imagens de todas as etapas do embrião, CLIQUE AQUI PARA ENTRAR